Regional Norte

Homem com várias passagens pela polícia é morto a facadas em praia no Pará

Um homem identificado como Marlus Diego Silva do Amaral, de 29 anos, foi morto a golpes de faca na madrugada de sábado (16), na Praia do Tucano, no município de Portel, na região de Integração do Marajó. O principal suspeito do crime, segundo a Polícia Militar, é um segurança de um bar da área, que segue foragido.

De acordo com informações da PM, a equipe foi acionada por volta das 5h após receber denúncias sobre um suposto homicídio na praia. Ao chegarem ao Hospital Geral de Portel, os policiais confirmaram a ocorrência. Funcionários da unidade de saúde informaram que Marlus deu entrada no hospital com perfurações no tórax causadas por arma branca, mas não resistiu aos ferimentos. Conforme relatos da Polícia Civil, a vítima teria sido atingida por pelo menos três golpes de faca.

Testemunhas disseram aos policiais que Marlus consumia bebida alcoólica em uma barraca localizada na Praia do Tucano quando um homem, apontado como segurança de um bar da região, se aproximou. Após uma conversa, o suspeito teria esfaqueado a vítima.

Ainda segundo a polícia, o crime ocorreu nas proximidades do chamado “Bar do Vitor”. A motivação do homicídio, no entanto, ainda é desconhecida.

Após o ataque, equipes da Polícia Militar realizaram buscas pela área na tentativa de localizar o suspeito, mas ninguém havia sido preso até a publicação desta reportagem. O caso foi comunicado à Polícia Civil do Pará, que segue investigando as circunstâncias do crime.

Segundo informações repassadas pela investigação, Marlus cumpria pena em regime domiciliar e possuía passagens pela polícia por crimes como roubo, furto e invasão de domicílio.

Em nota, a Polícia Civil informou que a Delegacia de Portel investiga o homicídio. “Equipes trabalham para localizar o suspeito, que já foi identificado. Perícias foram solicitadas e testemunhas são ouvidas para auxiliar nas investigações. Informações que auxiliem na apuração do caso podem ser repassadas pelo Disque-Denúncia, no número 181. O sigilo é garantido”, comunicou a instituição.

 

Fonte: (O Liberal)

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