A estrutura para receber informações da população sobre irregularidades durante as Eleiçoes Gerais de 2026 no Pará já está pronta e tem previsão de iniciar os atendimentos no início da próxima semana. O Comitê de Combate à Corrupção Eleitoral finalizou a preparação de sua sede física e iniciará a triagem de mensagens com um esquema especial de monitoramento.
“O espaço da sala onde será o Comitê já está pronto, e irá iniciar no início de agosto, provavelmente na semana que vem. Estamos fechando a data certa para informar sobre o início dos trabalhos”, afirma Cristiane Araujo, secretária executiva do Regional Norte 2 da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB Norte 2).
Para garantir celeridade na análise das demandas enviadas pelos eleitores, a força-tarefa mobilizará voluntários em turnos diários ao longo do período de campanha. Na reta final da disputa, a equipe funcionará de forma ininterrupta para atender a demanda.
“Vamos ter uma escala de voluntários que irão se dividir entre manhã e tarde, e na semana das eleições, os voluntários estarão disponíveis 24 horas para que o comitê funcione sem parar, recebendo as denúncias”, detalha Cristiane Araujo.
O grupo centralizará o acolhimento de informações e ativará o fluxo oficial de apuração assim que os trabalhos na sala forem abertos.
“O número de WhatsApp para denúncias é (91) 3347-9809 e iniciaremos a coletar as denúncias assim que o comitê iniciar os trabalhos efetivamente”, destaca a secretária executiva.
Entidades da sociedade civil fortalecem fiscalização no Pará
Lançado originalmente em junho na sede do Ministério Público Federal (MPF), em Belém, o grupo reúne o Ministério Público (MP) Eleitoral e a CNBB Norte 2 a diversas organizações da sociedade civil. Entre as instituições parceiras estão a Cáritas Regional Norte 2, a Comissão Pastoral da Terra (CPT), a Rede Eclesial Pan-Amazônica (Repam Brasil), o Centro de Estudos Bíblicos (Cebi/PA) e a Igreja Episcopal Anglicana do Brasil.







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