A resposta das forças de segurança à execução do sargento da reserva remunerada da Polícia Militar Antônio Anildo Alves, morto a tiros em Mãe do Rio, no nordeste do Pará, resultou em uma grande operação que desarticulou parte do grupo investigado pelo crime. A ofensiva, realizada de forma integrada entre a Polícia Militar e a Polícia Civil, terminou com cinco suspeitos mortos em confronto, cinco pessoas presas, uma adolescente apreendida e a apreensão de armas, munições, drogas e outros materiais utilizados pela organização criminosa.
Segundo o Comando do 19º Batalhão da Polícia Militar (19º BPM), a operação começou logo após o homicídio do policial militar da reserva, registrado na tarde de 29 de julho, e mobilizou equipes do 19º BPM, 3ª CIME, 3º BME, Grupamento Aéreo Águia, CORE, DHAP, Superintendência Regional do Capim, Delegacia de Homicídios, NAI de Paragominas, CINT e da Polícia Civil.
Durante as diligências, os policiais realizaram bloqueios, incursões, abordagens e ações de saturação em diversos pontos da região. Conforme a PM, cinco suspeitos reagiram às abordagens efetuando disparos contra as equipes. Houve revide e os cinco morreram em ocorrências registradas como Morte por Intervenção Legal de Agente do Estado (MILAE).
Além dos confrontos, a operação resultou na prisão de cinco pessoas e na apreensão de uma adolescente, suspeita de ato infracional análogo aos crimes investigados. Outra mulher também foi presa em flagrante por ocultação de materiais relacionados à ação criminosa.
Entre os presos está a influencer Evellyn Dantas, investigada por suposta participação na execução do sargento. De acordo com as investigações, ela teria prestado apoio logístico ao grupo criminoso responsável pelo assassinato.








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