Um escândalo financeiro de proporções milionárias atinge diretamente a gestão do ex-prefeito de Ananindeua e candidato ao Governo do Estado, Daniel Santos. Documentos oficiais do Ministério da Previdência Social revelam que a Prefeitura garfou cerca de 80% dos repasses devidos ao regime próprio dos servidores, fazendo o montante despencar de R$3 milhões mensais para R$600 mil em média.
A manobra irresponsável abriu um rombo financeiro silencioso no Instituto de Previdência de Ananindeua, colocando sob risco real a aposentadoria e as pensões de milhares de famílias de trabalhadores públicos.
ROUBOU MILHÕES DO CAIXA: DESCONTOU DO SALÁRIO, MAS SUMIU COM O DINHEIRO
Os relatórios do Demonstrativo de Informações Previdenciárias e Repasses (DIPR) provam que o problema não foi a queda de arrecadação. A folha de pagamento do município permaneceu estável na casa dos R$15 milhões mensais, com o desconto do servidor sendo retirado do contracheque sem qualquer falha. A manobra ocorria no caminho do dinheiro: o valor saía do salário do funcionalismo, mas não entrava na Previdência.
Essa retenção indevida e sem explicação oficial gerou um confisco de aproximadamente R$2,4 milhões por mês que deixaram de ir para o fundo previdenciário dos servidores municipais.
ASSALTO AO FUTURO DOS SERVIDORES E ROMBO NAS APOSENTADORIAS
A prática documentada na gestão Daniel Santos é um assalto direto aos direitos básicos e à segurança dos servidores de Ananindeua. Reter verbas destinadas a cobrir a aposentadoria de professores, profissionais da saúde e demais trabalhadores públicos compromete gravemente a saúde financeira do município.
Esse é o verdadeiro retrato da administração de Daniel Santos: um modelo pautado por desfalques milionários, maquiagem de contas e desrespeito absoluto com os recursos da população, que ele agora tenta replicar no Governo do Estado.








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